sexta-feira, 19 de abril de 2013


educarumatodeamar.blogspot.com 
Sugestões de 
lembrancinhas para o 
Dia Das Mães! 

 
MÃE, LUGAR SEGURO ONDE O CORAÇÃO BATE AO RITIMO DO AMOR!

 

 

 
 
 
 
 




 


  Dia de Tiradentes - 21 de abril

Joaquim José da Silva Xavier nasceu em 1746, próximo a São João Del Rei(hoje se chama Tiradentes), ficou órfão quando menino e começou a trabalhar desde cedo. Labutou nas terras herdadas pelo pai com os irmãos e se arriscou como dentista ofício aprendido com o tio. Fez de tudo para ganhar dinheiro para viver be, mas nunca conseguiu realizar essa proeza. Se tornou tropeiro mas desistiu, continuou trabalhando como dentista, médico e também minerador. Mas cansado de atividades pouco rentáveis, se alistou na tropa paga de Minas, o Regimento de Cavalaria. Recebeu o posto de alferes (hoje equivalente ao posto de sub-tenente).
Comandou muitas missões destacando-se mais do que outros, suas qualificações eram reconhecidas mas não recompensadas. Cansado disso Tiradentes pediu licença da tropa e requereu terras na divisa de Minas e Rio, mas sem recursos foi levado novamente à falência, sobrevivendo apenas como dentista.Voltou para a tropa, sendo encarregado de missões para o Rio de Janeiro, podendo se aprofundar em estudos sobre o solo e o sistema fluvial da região. Apresentou propostas de canalização de águas, mas foi desconsiderado pois só se interessavam na cobrança de um quinto de tudo que fosse recolhido.A coroa portuguesa só queria saber de explorar para quitar sua dívida com a Inglaterra, então Tiradentes ficando esgotado resolveu conspirar contra tanto descaso. Se baseou em leituras de iluministas como Rousseau,Montesquieu e John Locke.
Circulava com livros debaixo dos braços sempre pregando a liberdade para todos, ele dizia que cabia aos brasileiros dirigir sua própria república. Na conspiração teve apoio de José Álvares Maciel, o tenente-coronel Francisco de Paula Freire, o coronel Joaquim Silvério dos Reis, Ignácio Correa e outros importantes. Envolvendo pessoas de classe alta tanto quanto a baixa, acabou sendo traído pelos dois últimos citados, Silvério e Ignácio.
A revolta ia estourar no dia da derrama, o dia da cobrança dos impostos, tendo como princípio a tomada do palácio, mas a essa altura o governador já estava ciente.mas mesmo os inconfidentes serem homens experientes de guerra, não estavam preparados para uma saída alternativa, o governador cancelou o dia da derrama e a revolta não aconteceu. A partir daí, Joaquim José foi perseguido por vários dias, houve muitas prisões em Vila Rica e no Rio de Janeiro, mas o líder inconfidente foi preso no dia 10 de Maio de 1789. Tiradentes inocentou todos os seus cúmplices, culpando a si mesmo. No dia 21 de Abril de 1792 foi conduzido pelas ruas do Rio de Janeiro cercado pelas tropas até o patíbulo instalado no largo da Lampadosa, cabeça e barba raspadas. O carrasco pediu perdão por fazer aquilo mas estava cumprindo a lei. Foi enforcado cumprindo a sentença anunciada a três dias antes.

Fonte(s):

Aventuras na História 
vamos colorir?

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Dia do Índio - 19 de abril

Dia do Índio

  O Dia do índio, 19 de abril, foi criado pelo presidente Getúlio Vargas através do decreto-lei 5540 de 1943, e relembra o dia, em 1940, no qual várias lideranças indígenas do continente resolveram participar do Primeiro Congresso Indigenista Interamericano, realizado no México. Eles haviam boicotado os dias iniciais do evento, temendo que suas reivindicações não fossem ouvidas pelos "homens brancos". Durante este congresso foi criado o Instituto Indigenista Interamericano, também sediado no México, que tem como função zelar pelos direitos dos indígenas na América. O Brasil não aderiu imediatamente ao instituto, mas após a intervenção do Marechal Rondon apresentou sua adesão e instituiu o Dia do Índio no dia 19 de abril. O dia do Índio tem como função relatar os direitos indígenas e faz com que o povo brasileiro saiba da importância que eles tem na nossa história.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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DIA DO LIVRO 18 DE ABRIL

          Pedrinho, Narizinho, Emília, Dona Benta, Tia Anastácia e Visconde de Sabugosa. Se você já ouviu falar nesses nomes, provavelmente sabe que são alguns dos personagens mais famosos do Sítio do Picapau Amarelo. Mas você sabe quem é o “pai” de todos eles?

Leia também
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O escritor Monteiro Lobato nasceu em 18 de abril de 1882. Em homenagem a ele, a gente celebra o Dia Nacional do Livro Infantil  na data do aniversário. No fim de 1920, o autor publicou "A Menina do Narizinho Arrebitado", primeiro livro da série de aventuras daquela turma famosa da qual acabamos de falar. O escritor publicaria até o fim da vida mais um monte de histórias estreladas pelos personagens.
Texto retirado de :http://www.ebc.com.br/infantil/voce-sabia/2013/04/por-que-18-de-abril-e-o-dia-nacional-do-livro-infantil

http://entretenimento.r7.com/blogs/bemvindo-sequeira/files/2013/04/lobato.jpg 
Agora que sabemos um poucomais da história do Livro, vamos colorir?

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quinta-feira, 14 de março de 2013

Como montar um cantinho da leitura.



Combine com os alunos e os pais o melhor lugar e os materiais necessários para formar o cantinho.

Para o espaço ficar atraente, pinte com as crianças uma pequena estante ou caixotes de madeira para acomodar os livros. Peça às mães para fazer um tapete e almofadas.

A pequena biblioteca deve ter vários tipos de leitura: revistas, gibis, livros de literatura e de informação.

Deixe os alunos à vontade para escolher os livros e levá-los para casa aos finais de semana. É uma maneira de socializar a leitura com os pais.

Ensine a garotada a preservar o acervo, mas lembre-se de que o livro é para pegar, brincar e partilhar, por isso deve estar à mão. Lugar de livro não é na secretaria da escola!

Para os bebês, selecione livros de materiais resistentes, como plástico e tecido, e que tenham capa dura.

Quem tem medo de prova?

Apesar da má fama, a prova ainda pode (e deve) ser usada em classe. Com alguns cuidados e uma abordagem planejada, é possível lançar mão das questões dissertativas e objetivas para verificar o aprendizado de fatos, conceitos e ideias. Mas é importante lembrar que ela não pode ser a única forma de avaliação. Há outros instrumentos possíveis, como seminário, debate, relatório e observação


Metodologia e procedimentos

· Levantamentos dos conhecimentos prévios, estabelecendo um paralelo entre o conhecimento formal de maneira contextualizada, desafiando o aluno a pensar sobre o vivenciado.
· Produções coletivas e individuais de diferentes textos.
· Interpretação de diferentes linguagens.
· Ampliação do vocabulário oral e escrito.
· Registro escrito respeitando o nível de aquisição da escrita.
· Construção participativa das combinações de convivência.
· Apreciação de diferentes suportes lingüísticos: mitos, lendas, contos, fábulas.

Atividades

· Dinâmica de grupo.
· Pesquisa.
· Jogos diversos com os personagens (de memória, escrita das letras do alfabeto, imagens e palavras).
· Atividades matemáticas.
· Desenhos dirigidos e espontâneos.
· Observação realizada através de situações-problema, seguida de relatório.
· Dobraduras.
· Máscaras, fantoches e dedoches.
· Músicas.
· Pinturas.
· Listagens.
· Dramatizações.
· Leituras diversas, promovendo a interdisciplinaridade.
· Escrita espontânea.
· Adivinhações usando como tema os personagens trabalhados no conto.
· Mímicas.
· Seqüência de figuras.
· Colagem.
· Informativos.
· Aulas externas.
· Baralhos criativos.

Materiais didáticos/recursos

· CDs.
· Televisão/filmes.
· Sucatas.
· Internet/softwares.
· Tintas.
· Máquina fotográfica

ATIVIDAATIVIDADES
 
O Pato
Lá vem o pato
Pato aqui, pato acolá
Lá vem o pato
Para ver o que é que há
O pato pateta
Pintou o caneco
Surrou a galinha
Bateu no marreco
Pulou do poleiro
No pé do cavalo
Levou um coice
Criou um galo
Comeu um pedaço
De jenipapo
Ficou engasgado
Com dor no papo
Caiu no poço
Quebrou a tigela
Tantas fez o moço
Que foi pra panela.


Orientações Didáticas
• Fazer o levantamento dos conhecimentos prévios.
• Ler o conto explorando e valorizando a linguagem oral.
• Após a leitura, instigar as crianças a cantarem, já que a música tornou-se um dos clássicos de autoria de Toquinho, Vinicius de Moraes e Paulo Soledade em interpretação de MPB-4, viabilizando o uso da inteligência sonora ou musical. Aproveite!
• Observar os animais que aparecem no conto, viabilizando o trabalho na área de Ciências Naturais.
• Questionar o que mais chamou a atenção no conto. Socializar com o grupo.
• Desenhar os animais presentes no conto.
• Escrever o nome dos animais.
• Construir cartazes com gravuras dos animais.
• Fazer colagens.
• Expor cartazes.
• Elaborar atividades de Matemática, Ciências Sociais e Português acerca do poema.
• Fazer dobraduras junto com as crianças para ilustração do cartaz.

Objetivos
• Fazer exposições orais com ajuda do educador e/ou das outras crianças.
• Participar de diálogos e rodas de conversa, fazendo e respondendo perguntas.
• Expressar seus desejos, suas vontades e necessidades através da utilização das linguagens gestual e oral.
• Pedir perguntas e esclarecimentos sobre os assuntos tratados ou as atividades propostas.
• Relatar pequenos fatos e experiências significativas.


O Relógio
Passa, tempo, tic-tac
Tic-tac, passa, hora
Chega logo, tic-tac
Tic-tac, e vai-te embora
Passa, tempo
Bem depressa
Não atrasa
Não demora
Que já estou
Muito cansado
Já perdi
Toda a alegria
De fazer
Meu tic-tac
Dia e noite
Noite e dia
Tic-tac
Tic-tac…  

Orientações Didáticas
• Fazer o levantamento dos conhecimentos prévios sobre a função do relógio.
• Levar as crianças a perceberem a noção de dia e de noite.
• Dramatizar o poema utilizando expressões corporais e sonoridade do texto (tic-tac).
• Estimular a criação de desenhos livres (espontâneos) sobre o poema.
• Montar o cantinho do relógio em sala de aula (exposição) com relógios antigos e modernos.
• Trabalhar as competências lógico-matemáticas (utilizando os numerais do relógio).
• Trabalhar as noções de seriação e quantificação.


A Casa

Era uma casa
Muito engraçada
Não tinha teto
Não tinha nada
Ninguém podia
Entrar nela não
Porque na casa
Não tinha chão
Ninguém podia
Dormir na rede
Porque na casa
Não tinha parede
Ninguém podia
Fazer pipi
Porque pinico
Não tinha ali
Mas era feita
Com muito esmero
Na Rua dos Bobos
Número zero.  

Orientações Didáticas
• Fazer o levantamento dos conhecimentos prévios.
• Ouvir a música A casa (Toquinho e Vinicius de Moraes).
• Valorizar a linguagem oral, explorando a inteligência lingüística.
• Realizar a interpretação individual e coletiva.
• Realizar reconto.
• Realizar jogos de palavras.
• Realizar a pseudoleitura e leituras plásticas do texto.
• Trabalhar valores que envolvam a família e o aconchego do lar.
• Pesquisar, junto à família, o ambiente onde vivem (explorando a sua casa como instrumento de coleta de dados).
• Construir casas com sucatas (palito de picolé, palito de fósforo) e utilizar recursos de artes plásticas (tintas, papel picado, papel colorido).
• Dramatizar com os alunos.


O Pingüim
Bom-dia, pingüim,
Onde vai assim,
Com ar apressado?
Eu não sou malvado
Não fique assustado
Com medo de mim
Eu só gostaria
De dar um tapinha
No seu chapéu-jaca
Ou bem de levinho
Puxar o rabinho da sua casaca.



Orientações Didáticas
• Fazer o levantamento dos conhecimentos prévios sobre os animais.
• Estudar os hábitats do pingüim (condições climáticas).
• Realizar leitura plástica.
• Fazer dobraduras.
• Construir cartazes com o texto e ilustrar com os alunos.
• Dramatizar o texto junto com as crianças.
• Trabalhar a inteligência naturalista ao explorar o hábitat do pingüim.
• Trabalhar os tipos de animais (aquáticos/terrestres).


O Gato
Com um lindo salto
Lesto e seguro
O gato passa
Do chão ao muro
Logo mudando
De opinião
Passa de novo
Do muro ao chão
E pega corre
Bem de mansinho
Atrás de um pobre
De um passarinho,
Súbito, pára
Como assombrado
Depois dispara
Pula de lado
E quando tudo
Se lhe fatiga
Toma o seu banho
Passando a língua
Pela barriga.   

Orientações Didáticas
• Fazer o levantamento dos conhecimentos prévios.
• Fazer a leitura do poema.
• Realizar danças contextualizadas.
• Estabelecer semelhanças e diferenças com o poema A Cachorrinha.
• Dramatizar jogos com mímicas, trabalhando a inteligência cinestésico-corporal.
• Despertar o interesse do educando ao ouvir a música.
• Representar através de desenhos.




A Cachorrinha
Mas que amor de cachorrinha!
Mas que amor de cachorrinha!
Pode haver coisa no mundo
Mais branca, mais bonitinha
Do que a tua barriguinha
Crivada de mamiquinha?
Pode haver coisa no mundo
Mais travessa, mais tontinha
Que esse amor de cachorrinha
Quando vem fazer festinha
Remexendo a traseirinha?



Orientações Didáticas
• Fazer o levantamento dos conhecimentos prévios sobre o animal em estudo.
• Trabalhar os animais domésticos, tendo como tema o cãozinho.
• Construir o cantinho Nosso Animal de Estimação, com fotos dos animais das crianças.
• Representar o texto através de desenhos (leitura plástica).
• Fazer dobraduras.
• Construir mosaico.
• Valorizar o cuidado com os animais.
• Realizar trabalhos artísticos com algodão, construindo painéis ilustrados, orientando-se pela citação do poema: “Pode haver coisa no mundo mais branca, mais bonitinha’’, desenvolvendo paralelamente a inteligência espacial, viabilizando trabalhos com gravuras e pinturas.




Avaliação

A avaliação do projeto pode ser realizada de forma processual, na qual serão analisados os aspectos qualitativos e adotados critérios para viabilizar a utilização dos recursos vivenciados. Partindo do pressuposto da necessidade de incentivar nos educandos o apreço pela literatura, a utilização da literatura infantil, aliada a intervenções lúdicas, motiva os alunos a ajudar toda a instituição na realização do projeto. A partir do banco de dados, conhecimentos prévios já adquiridos sintetizam o que seria trabalhado. Dessa forma, classifica-se a avaliação como sendo inclusiva, uma vez que os aspectos qualitativos permeiam todo o trabalho desenvolvido durante o projeto, e, mesmo após a culminância, são respeitadas as competências adquiridas pelos alunos, que continuarão a utilizá-las em outras situações.

Os resultados obtidos durante e após o projeto tendem a superar os esperados, já que os educandos internalizaram a importância da literatura na vida escolar e cotidiana, pois vivenciaram e experimentaram o mundo letrado por meio de atividades lúdicas que permitem uma viagem ao mundo imaginário e que oportunizam-lhes construírem suas próprias produções literárias.



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